Piri

Morro do cheiro verde
Vai descendo o leito d'água
Lavar as ruas estreitas
aroma de café e meio à ponte

Ó rio das almas que fins os traz?
Sabor de aluvinado em
doiradas águas
Deixou corações partidos
em suas águas

Leve contigo a minha alma
triste e solitária que carrego aqui
quero beber de tua candura e calma

Renovar o que há
em teu correr
mesmo que seja um ciclo infinito
aquele que desejou ser

Os amores que sentirei
carregará de tu, o ar
e o olhar em ternura-rubra
Livre para seguir seu caminhar

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